Campanha Política 2016

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Campanha Política 2016

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  • Jingles Políticos

    • Inédito
    • Paródia
  • Gravações em geral 

    • Locuções para Rádio, TV  e carro de som (várias vozes)
    • Mensagens com a voz do candidato
    • Montagens e edições de áudio

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A SGM lança o painel de vídeo o LS- 10.4 IP65 de alta resolução de tela de LED

 (Divulgação)
O SGM LS-10 4 é um painel de vídeo de alta resolução capaz de exibir vídeo detalhado a partir de uma fonte de vídeo digital.

Os chips de LED são ultra brilhantes 3 em 1 SMD, o que os torna adequados para aplicações onde o painel de vídeo é necessário para ser “discreto” quando não há exibição de conteúdo de vídeo. A tela de LED tem uma relação de contraste de 7,000:1 e uma taxa de atualização de 2,000 Hz tornando-o perfeito para aplicações em televisão, teatro, exposições, produção de show e concertos.

O LS-10.4 tem uma proteção de ingresso IP65 que o torna perfeito tanto para locação e fixação ao ar livre quanto instalações fixas em ambientes rudes e úmidos tal como chuva e neve.

O SGM LS-10.4 IP65 está disponível tanto em branco quanto na versão opcional de alto contraste preto “faced”, para uma maior taxa de contraste de 7,000:1. O pitch de 10.6mm torna o LS-10.4 perfeito para aplicações a uma distância de 10 metros ou mais.

O sistema de LED de vida longa e a taxa muito baixa de falhas de pixel torna o SGM LS-10.4 IP65 adequado para instalações permanentes, já o baixo peso de 8.5 kg e unidades fáceis de montar também oferecem um sistema muito atraente para turnês e locação.

Devido ao sistema de manejo extremamente fácil de usar, o display pode ser instalado rapidamente em um modo de suspensão ou montado no piso usando uma estrutura de montagem. Além disso, o LS-10.4 oferece uma exclusiva montagem em curva multi ângulo entre cada módulo. Isso permitirá novas possibilidades para projetos com telas curvadas.

Saída:

– Pixel Pitch: 10,4mm
– Fonte de Luz: 48 x 48 pixel 3 em 1 “Black Faced” LED SMD
– Saída de Luz: 6000 cd/m^2
– Relação de Contraste: Chip Branco – 1000:1 / Chip Preto – 7000:1
– Ângulo de Visão: 140º H / 120º V
– Vida Útil do LED: 50.000 h
– Taxa de Frequência: 2000 Hz
– Escala de Cinza: 16bit

Elétrica:

– Potência: 108 – 220 V Nominal 50/60 Hz +/- 10%
– Consumo de Energia Típico (por módulo): 200 W
– Consumo de Energia Médio (por m^2): 400 W (máximo: 800 W / m^2)

Controles:

– Sistema de Controle: Sinal de vídeo Astnchronous (via RJ45)
– Entrada de Sinal: Composite, YUV, YC, DVI, HDMI, VGA, SDI, HDSGI, 3D HDSDI
– Interface de Comunicação: RD-232 / RS-422 / RS-485

Físico:

– Peso (por módulo): 8.5 kg (18.7 lbs.)

Para saber mais: www.hotmachine.ind.br

Fonte: Musitec
Publicado em 12/6/2013 – 21h49

ALCANCE E SENSIBILIDADE EM DESTAQUE NA LEXSEN LPX 1203A

 (Divulgação)
A LPX 1203A, nova caixa acústica Lexsen que a ProShows lança no Brasil, tem amplo alcance acústico, alta sensibilidade e representa, segundo a distribuidora, um interessante custo-benefício. Com woofer de 12″, driver de titânio que atinge 18 kHz e 250 watts de potência, a caixa foi projetada para satisfazer as necessidades do mercado de áudio brasileiro. Discreta, possui design moderno e formas arredondadas, sendo indicada para qualquer tipo de evento.

Entre outras características que merecem citação estão o processamento A.A.S.S. (sistema de serviço de amplitude automática) usado para proteção dos transdutores, a presença de entrada de linha XLR/RCA e de entrada de microfone P10/XLR, AC 220 V e 110 V selecionável, MP3 player (leitura USB e SD, com display LCD) e equalizador.

www.lexsenco.com
www.proshows.com.br

Fonte: Musitec
Publicado em 25/5/2013 – 17h08

Microfones AKG C5 e D7 já no mercado nacional

A AKG, marca da Harman, anunciou recentemente o lançamento no Brasil de dois novos modelos de microfones: o vocal capacitivo AKG C5 e o vocal dinâmico AKG D7 (foto). Indicado para uso no palco por vocalistas, o C5 possui transdutor banhado a ouro, sistema de absorção de choques integrado, estrutura robusta em liga de zinco, grade metálica em aço e é mais resistente à corrosão e umidade. O produto, que foi criado para obter um grande desempenho no uso com sistemas de monitor in-ear, é dotado de tecnologia de transdutor com isolamento máximo de ruído ambiente e de manejo, entregando uma reprodução consistente de sons vocais e instrumentais desde som ambiente em clubes até grandes arenas e estádios.

Já o D7 foi desenvolvido pela equipe de engenharia da AKG para oferecer um desempenho superior, além de potência na ressonância para estúdios e palcos. Ele proporciona sons mais abertos em todas as faixas de frequência, tem alto desempenho na captação da voz, ótima supressão de feedback, bobina de compensação de zumbido, filtro metálico de pó, suspensão mecanopneumática e diafragma Varimotion de dupla espessura.

Mais informações sobre os modelo podem ser obtidas em http://www.akgaudio.com.br.

 

Fonte: musitec

Publicado em 25/4/2013

Entrevista com Dudu Borges

Entrevista realizada por André Piunti para a uma série de entrevistas chamada “BASTIDORES”.

 

Eduardo Borges de Sousa, 30 anos, campograndense.

Conhecido como Dudu Borges, o produtor deixou o Mato Grosso do Sul e se mudou para São Paulo aos 17 anos, atrás de música. Cresceu musicalmente na igreja, virou nome respeitado no mercado gospel, e se tornou produtor e músico da banda “Resgate”.

Dudu é o principal produtor sertanejo da atualidade. Em suas mãos, atualmente, estão Bruno e Marrone, Jorge e Mateus, Michel Teló, Luan Santana, Fernando e Sorocaba, João Bosco e Vinícius, Marcos e Belutti, entre vários outros, todos produzidos em seu estúdio fundado em 2009 em São Paulo, o “VIP”.

Na lista publicada semanalmente no blog com as canções sertanejas mais tocadas, ele chega a dominar quase metade das posições. No ranking divulgado hoje, na postagem anterior, das cinco primeiras canções, quatro são produções suas: “Te Esperando”, “Vidro Fumê”, “Amiga da Minha Irmã” e “Veneno”.

A carreira bem sucedida, no entanto, encontra resistência dentro mesmo do meio sertanejo. Considerado o principal responsável por ter tornado a música sertaneja em música pop, ouve duras e repetidas críticas de quem não considera que sua linha possa ser chamada de “sertaneja”.

Abaixo, a conversa que tive com ele.

___

Você se reconhece como o cara que criou essa fase atual do sertanejo?

Quando eu produzi João Bosco e Vinícius pela primeira vez, no final de 2000, eu não tinha noção do que poderia acontecer. Eu fiz o que achei que tinha de ser feito, mas sem imaginar que aquilo poderia mudar o rumo das coisas. Eu sei que eu mudei a música sertaneja, mudei todo um estilo, mas foi tudo feito sem essa pretensão.

Pega João Bosco e Vinícius e vê o que vem depois disso. Ali foi a mudança, com “Sufoco”, “Chora, me liga”, “Falando Sério”. Veja o que veio depois, de Luan Santana até qualquer outro artista. Começou ali. Não existia uma música com tanta virada de bateria, com tanta conversão, com tanto detalhe quanto “Sufoco”. E ao mesmo tempo soava seco, sem muitos instrumentos. Até ali, ninguém tinha feito isso.

Não demorou muito pra que as críticas surgissem, principalmente na linha de que você estava estragando o sertanejo…

Sim, não demorou nada. Hoje eu não me incomodo sinceramente com crítica, mas aprendi depois de apanhar muito. O que incomoda é a falsa crítica, o cara que fala mal de você, mas vai lá e faz o arranjo igual. O difícil da crítica no começo é você ver tudo o que você está conquistando, o que você está acertando, e ter de ouvir coisas contrárias. Mas é do jogo.

Quando você chegou a conclusão de que havia deixado de ser um produtor promissor pra se tornar uma grife, uma figura relevante?

Quando as pessoas que eu sempre admirei passaram a me respeitar. E no fim, é isso que importa. Olha só… eu receber uma ligação do Bruno e Marrone, depois de tudo que falaram que eu estraguei o sertanejo, é uma coisa inexplicável. Você percebe que não tava errado naquilo que fez. Nomes indiscutíveis da história da música, caras que vão ser lembrados pra sempre, me procurando pra fazer um trabalho novo e a gente conseguindo fazer mudanças importantes na dupla. Isso me fez me sentir melhor.

Com o tanto de artistas de primeiro escalão que você produz atualmente, é inevitável que você fique em meio a um fogo cruzado entre escritórios e entre cantores que não têm boa relação ou até mesmo uma concorrência mais acirrada. Como você lida?

Eu tento ser imparcial, mas não sou… assim… tudo o que eu puder fazer pra unir todos e deixar as coisas em paz, eu tento fazer. Na hora certa, no momento certo, eu vou lá e tento. Quem mexe com música, na maior parte dos casos, têm os sentimentos muito aflorados, então nem sempre é fácil. E muitas vezes os “grandes problemas” são coisas tão pequenas que passa o tempo e eles se esquecem. Pode parecer só algo bonito, mas não é: a música é capaz de juntar todo mundo. É através dela que eu vou sempre tentar unir, acho importante isso, e costuma funcionar.

Você tem uma marca forte nas suas produções, deixa sua assinatura nos seus trabalhos. Produzindo tanta gente de repercussão, não corre o risco de os produtos começarem a ficar muito parecidos?

Eu tenho que saber que eu preciso dar a cara do artista ao disco dele, e não a minha cara. Eu me inspiro no cantor ou na dupla pra que o trabalho fique parecido com ele, não comigo. A partir daí é que eu começo a fazer o meu trabalho.

Mas e suas preferências de timbre, músicos, ritmos? Não há um risco de ficar tudo meio padrão?

Sim, é um risco que precisa de cuidado, tenho que pensar nos outros discos que já fiz pra não repetir algumas coisas, mas não é algo tão complicado dessa forma. Há muitos artistas que tocam, como o Mateus (Jorge) e o Fernando (Sorocaba), então cada um já tem uma personalidade traçada.

Você é difícil na hora da produção? Costuma ceder?

Acho que isso passa pela relação que você tem com o artista. Nós estamos juntos pra fazer o melhor trabalho possível, então os dois precisam saber ouvir, eu tenho essa consciência. Não sou de levantar a voz, brigar, não faço isso, mas se o cara quiser um produtor só pra fazer o que ele manda, eu não sou esse cara. Eu sei que se der errado, a culpa vai ser minha, então eu preciso puxar essa responsabilidade.

Você já gravou algo que se arrepende?

Já. Não a ponto de me arrepender amargamente, algo que vai manchar minha carreira, mas já abri exceções que não foram legais.

Sabe-se que você é o produtor mais caro do mercado atualmente (ele preferiu não abrir os valores na entrevista), algo natural pelo espaço que você conquistou. Como é essa sua relação financeira com os artistas?

Eu uso a boa relação com os artistas e os empresários pra lidar com essa situação. Não há só uma forma de você receber, você pode receber na venda dos CD’s, você pode receber algum adiantamento, pode procurar várias formas. Eu me preocupo com o outro lado também. Sei que apesar dos cachês altos, há muita conta a se pagar.

Hoje consigo sentar com uma dupla ainda no começo, disposta a pagar mais até do que eu pediria, e dizer pra eles não gastarem esse dinheiro assim. Os valores mais altos acabam sendo com os artistas do topo. Não é que eu cobre de acordo com o que eu sei que o cara ganha, não é isso, mas é o quanto um trabalho de tanta repercussão não me consome. Eu me doo o máximo ao projeto e assumo toda a responsabilidade de cada trabalho, e isso tem um preço.

Tem uma coisa interessante de contar. Eu produzo música uma atrás da outra há anos, sem parar. O reconhecimento demora muito, é uma estrada muito longa. Um hit não muda sua vida, dois, três não mudam. Um disco bom também não muda, você precisa fazer outro, e outro. Eu vim pra São Paulo com 17 anos e fui ganhar dinheiro 2, 3 anos atrás.

Uma das suas parcerias que mais repercutiu foi com Jorge e Mateus, talvez a que mais tenha gerado discussões até hoje. A dupla chegou já grande ao seu estúdio, e você apostou em uma mudança forte no estilo da dupla. Como foi essa passagem?

Quando a gente começou a trabalhar junto, foi uma época bem difícil pra mim. Você ler todos os dias que você não vai superar um disco sendo que você não teve chance ainda de fazer sequer uma nota do novo trabalho, é difícil, incomoda. Eu arrisquei o que eu podia e dei minha vida nesse disco (Aí Já Era). Eu tinha certeza que seria um disco que ou daria muito certo, ou daria muito errado. Ninguém sabia o que iria acontecer, apesar de eu saber que era bonito, muito bem feito. Eu mexi no jeito do Jorge de cantar, eu ganhei o respeito do Mateus e eles comparam a ideia de arriscar.

Faz pouco tempo, até, ouvi uma pessoa próxima dizer que o que eu fazia não era a cara do Jorge e Mateus. Mais uma vez, tive que ouvir e fiquei quieto, mas me incomodou. Hoje, com essa popularidade, com esses números, com essa carreira impressionante, eu não tenho dúvidas que a cara do Jorge e Mateus é a do “Aí Já Era” pra cá.

É o seu melhor disco?

Não. Sem demagogia, não consigo enxergar um melhor disco. Só pra te dar um exemplo, eu sinto o “A Hora é Agora” melhor que ele. Aliás, como eu vou comparar um disco com o “Curtição”, com tudo que ele representou? Cada caso é um caso, sem demagogia, não teria problema em dizer se houvesse mesmo algum.

Sinceramente, pra ficar no Jorge, eu acho o “A Hora é Agora” mais completo, mais maduro. A diferença é que o “Aí Já Era” tinha o fator novidade, que faz com que as pessoas falem dele até hoje.

A certa altura da ascensão do novo sertanejo, o mercado se viu liderado por dois produtores: você e o Ivan Miyazato, além de uma série de músicos oriundos de Campo Grande. O que essa turma tinha de tão especial pra chegar tão longe?

Eu não sei, cara. Eu não sei explicar. Parece meio gospel o que eu vou dizer, mas eu acho que Deus escolheu as pessoas que estavam lá em Campo Grande e que eram amigos. Todo mundo que tava lá e deu certo, trabalhou junto em algum momento. Havia alguma química musical e as peças foram se encaixando.

Você prevê uma queda forte do sertanejo para os próximos anos? Concorda que o estilo tomou um rumo não muito positivo?

Não, não tem porque ser assim. Há muito o que se fazer, mas é preciso ser feito. O sertanejo é muito amplo, muito democrático. As rádios sertanejas tão lá no alto, muitas baseadas no romântico, as festas estão em alta, com as músicas de balada, e a galera que ouve modão nunca vai ficar sem os modões.

A gente tá num momento em que precisa surgir uma novidade, que não é necessariamente algo que vai chocar ou mudar tudo, mas que precisa se mostrar diferente. E o meu grande desafio e de quem trabalha com música é conseguir achar essas novidades sem fugir do sertanejo, pois aí você erra. Eu tenho a chance e a oportunidade de apresentar coisas novas, e é isso que tento fazer a cada novo trabalho.

Pra finalizar, queria que você falasse de Michel e “Ai Se Eu Te Pego”.

O que eu posso te dizer sobre o Michel, resumindo, é que tudo o que aconteceu com ele, a gente só foi assimilar há pouco tempo. Eu e ele só tivemos a dimensão do que ele conquistou quando a gente sentiu o que estava acontecendo com o Psy. É difícil olhar quando você está de dentro, você não tem ideia das coisas.

Quando o Psy estourou no mundo e a gente viu de fora, deu pra cair a ficha do que o Michel tinha conquistado. O estouro “Ai Se Eu Te Pego” lá fora não mudou minha vida profissionalmente, mas gerou uma marca que eu vou levar pro resto da minha vida, um número que dificilmente alguém vai atingir de novo. Por muito tempo eu vou fazer parte da música brasileira, e eu agradeço muito a Deus por isso.

*Fotos: Olivio Netto

Fonte: http://universosertanejo.blogosfera.uol.com.br